Voltar para o blog
5 de janeiro, 2026 4 min de leitura

Imposto de Renda Cripto no Brasil: Guia Completo e Atualizado (2026)

Imposto de Renda 2026 Guia Completo DeCripto Organização

Resumo rápido:
Se você compra, vende, troca, faz DeFi, staking ou movimenta criptoativos, você precisa entender como funciona o Imposto de Renda Cripto no Brasil. Este guia explica o que declarar, quando declarar, quais operações importam e por que a organização do histórico é o maior desafio, especialmente com a chegada da Decripto, que substitui a IN 1888.


O que é o Imposto de Renda sobre criptomoedas?

No Brasil, criptomoedas e criptoativos não são moedas legais, mas sim ativos digitais.
Por isso, a Receita Federal exige que eles sejam declarados no Imposto de Renda sempre que o contribuinte:

  • possui criptoativos
  • realiza operações com eles
  • obtém ganhos ou rendimentos

Isso vale para operações feitas em corretoras, DEXs e protocolos DeFi.


Quem precisa declarar cripto no Imposto de Renda?

Você precisa declarar se, em qualquer momento do ano:

  • teve posse de criptoativos
  • realizou vendas, trocas ou swaps
  • recebeu rendimentos (staking, farming, LP, juros)
  • movimentou valores relevantes entre carteiras
  • operou em DeFi

Importante:
Mesmo que não haja imposto a pagar, a declaração pode ser obrigatória.


Quando há imposto a pagar em cripto?

Ganho de capital

O ganho de capital ocorre quando você vende ou troca um criptoativo por um valor maior do que pagou.

Exemplos comuns:

  • venda por reais
  • troca entre tokens (swap)
  • saída de liquidez com lucro
  • encerramento de posição em DeFi

O imposto incide somente sobre o lucro, não sobre o valor total da operação.


Rendimentos tributáveis

Algumas operações geram rendimentos recorrentes, como:

  • taxas de liquidez (LP fees)
  • staking
  • farming
  • juros em protocolos de lending

Esses valores não são ganho de capital, mas sim rendimentos, e devem ser tratados de forma diferente.


Operações cripto que geram confusão (e risco)

Algumas atividades são especialmente difíceis de organizar corretamente:

  • swaps frequentes
  • operações DeFi em múltiplos protocolos
  • liquidez adicionada e removida
  • tokens desconhecidos
  • valores zerados no histórico
  • bridges entre redes
  • transferências entre carteiras

O problema não é o imposto em si.
O problema é reconstruir o histórico correto dessas operações.


O maior erro de quem opera cripto

Quem opera em cripto não sofre por falta de lucro.
Sofre por falta de organização.

Sem um histórico organizado:

  • o preço médio fica incorreto
  • ganhos podem ser calculados de forma errada
  • rendimentos passam despercebidos
  • transações “unknown” viram dor de cabeça
  • o risco fiscal aumenta

Muitos usuários só percebem isso quando chega o período da declaração.


IN 1888 vai acabar? O que muda com a Decripto

A IN 1888, que obrigava exchanges brasileiras a reportar operações, está sendo substituída pela Decripto.

Na prática, isso significa:

  • mais padronização de dados
  • mais cruzamento de informações
  • maior visibilidade das operações
  • menos margem para inconsistências

Organização deixa de ser opcional e passa a ser essencial.


Por que organizar o histórico cripto é tão difícil?

Porque:

  • as operações não vêm “traduzidas”
  • cada protocolo usa uma lógica diferente
  • valores nem sempre aparecem em reais
  • transações podem ser classificadas como “unknown”
  • o usuário opera em várias redes ao mesmo tempo

Planilhas manuais raramente dão conta dessa complexidade.


Como o Simplifica Cripto ajuda (sem substituir contador)

O Simplifica Cripto foi criado para resolver exatamente esse ponto:

  • consolida operações on-chain
  • organiza o histórico por período
  • identifica tipos de transação
  • estrutura dados para análise fiscal
  • facilita o trabalho do usuário e do contador

Importante:

  • não conecta wallets
  • utiliza apenas endereços públicos
  • não calcula imposto
  • não oferece consultoria tributária

A ferramenta organiza os dados.
A decisão final continua sendo do usuário e do profissional responsável.


E o papel do contador?

Contadores especializados em cripto enfrentam desafios semelhantes:

  • reconstrução manual do histórico
  • dados incompletos
  • complexidade do DeFi

Ferramentas de organização não substituem o contador, mas reduzem retrabalho e aumentam a precisão.


Conclusão

Com a evolução da regulação e o crescimento do DeFi, não dá mais para tratar cripto como algo simples.

A diferença entre tranquilidade e dor de cabeça está na organização do histórico.

O futuro da declaração cripto começa antes do Imposto de Renda.


Quer organizar suas operações antes que vire problema?

Conheça o Simplifica Cripto e participe do beta.

Organize hoje. Declare com mais clareza amanhã.

Gostou deste artigo?

Comece agora a organizar suas operações e evite dores de cabeça com a DeCripto.

Criar Conta Grátis

Suporte Inteligente

Online

Olá! Sou o SimCripto AI 🤖. Posso tirar dúvidas sobre os planos, segurança ou ajudar com a Declaração de Cripto. O que deseja saber?

Pergunte sobre planos, segurança ou impostos.